Palankalama : Segundo Disco em Forma de Boca de Raia

Vem aí o segundo álbum dos Palankalama, “Boca de Raia”. Mas para finalizar todas as questões logísticas do projecto, o quarteto do Porto precisa da contribuição dos fãs e dos amigos, tendo para isso lançado uma campanha de crowdfunding. Os pormenores:

Ao fim de pouco mais de três anos a tocar juntos, vamos lançar o nosso segundo álbum.

Boca de Raia – intitula o trabalho, onde o cavaquinho português aparece como elemento central da formação, trazendo consigo o desafio de incorporar as suas características no contexto sonoro da banda. Neste novo disco será então possível ouvir o som de um cavaquinho português a parecer-se com um charango sul-americano, um banjo norte-americano ou uma kora africana.

O pequeno cavaquinho de Braga ficou sempre limitado ao contexto folclórico continuando nos dias de hoje a ser visto como um instrumento de poucos recursos. Parte do intuito deste trabalho é alargar o alcance deste instrumento, contribuindo para o seu desenvolvimento, tanto ao nível técnico como no dos “imaginários” que é capaz de evocar, possível de ser incorporado em qualquer estilo ou contexto musical.

Sendo que, para levar a cabo todas as logísticas que envolvem a tarefa, desde produção, divulgação e concretização de espetáculos são precisos alguns fundos, decidimos fazer um crowdfunding que atinja 2000€ de forma a termos uma ajuda com arranque do nosso trabalho em 2018.

No entanto, temos alguns prémios guardados para os amigos que nos decidam apoiar.

SOBRE O PROMOTOR

Pedro João – Tem para além da música um percurso essencialmente ligado às artes plásticas e ao teatro. Tem realizado bandas sonoras e participado em algumas das produções do “Teatro Experimental do Porto” do qual faz parte. Desde 2012 dedica-se à experimentação com cordofones populares portugueses.

Ricardo Nogueira – Em 2010 começa a realizar concertos como guitarrista, mantendo a prática até ao momento. Paralelamente integrou iniciativas relacionadas com as artes plásticas e performativas, na maior parte dos casos dentro da vertente musical ou sonora.

Anibal Beirão – Começou por tocar baixo eléctrico na adolescência integrando projectos na área do rock. Teve contacto com o Jazz logo nessa altura estudando baixo eléctrico na “Escola de Jazz do Porto”. Mais tarde começa a estudar contrabaixo na mesma escola e posteriormente na “ESMAE” no curso de jazz. Participa em vários projectos de diversos estilos musicais.

Rui Guerreiro – Começou por tocar bateria rock, até ter decidido estudar jazz academicamente (no “Hot Clube de Portugal” e mais tarde na “ESMAE”) . Passou pelo “(Re)Tocar a Pantera”, projecto de sonoplastia em que eram criados soundtracks ao vivo para episodios da “Pantera Cor de Rosa”. Hoje está dedicado à experimentação com outros estilos de música e instrumentos de percussão.

ORÇAMENTO:

Reprodução de 500 CDs – 625 euros

Produção de videoclipe – 500 euros

Assessoria de imprensa – 900 euros

PARA CONTRIBUIR:

https://ppl.com.pt/prj/palankalama