Estatuto Editorial

“O Fado & Outras Músicas do Mundo” dedica-se à divulgação, promoção, expansão e preservação do Fado enquanto forma de arte musical, oral e social, da sua História e do seu presente, embora mantendo sempre uma postura crítica e imparcial. Para além do Fado — e com a mesma postura — este jornal aborda igualmente outros géneros musicais portugueses e estrangeiros de matriz popular/tradicional, bem como temas culturais e matérias relacionadas com a cidade de Lisboa, berço do Fado.

“O Fado & Outras Músicas do Mundo” respeitará sempre os seus leitores, os músicos, cantores, compositores, poetas e outros agentes da arte musical e de outras artes, assim como os seus patrocinadores, parceiros e anunciantes — todos eles absolutamente fundamentais para a sua existência –, mas reserva-se o direito a exprimir-se com imparcialidade, isenção, rigor e sentido ético e estético.

“O Fado & Outras Músicas do Mundo” segue, em todos os seus números, as normas éticas e deontológicas do jornalismo, ressalvando que quando se trata de uma publicação em que se exprimem opiniões há sempre lugar para a paixão ou o seu contrário, para o ruído ou para o silêncio, para o alheamento ou para a dedicação absoluta.

“O Fado & Outras Músicas do Mundo” pretende ser um veículo de informação e opinião plural e aberto, cuja direcção respeitará sempre a liberdade de expressão dos seus jornalistas e colaboradores, sem lugar para a censura, mas que recusará invariavelmente o insulto, a acusação vã, a simples insinuação ou a má-fé.

“O Fado & Outras Músicas do Mundo”, como espaço de informação e de opinião, sabe a diferença entre uma e a outra: a primeira (assinada ou não) é e será sempre a mais isenta e rigorosa possível; a segunda (sempre assinada) tem lugar para a liberdade de pensamento, para o erro, para a polémica, para o questionamento dos factos, do passado, do presente e do futuro.

“O Fado & Outras Músicas do Mundo” não é redigido segundo o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990. Os colaboradores externos da publicação têm, no entanto e se assim o entenderem, a liberdade de seguir o novo Acordo Ortográfico.